| Fico
feliz de ver que aos poucos o sentimento de classe,
no meio contábil do nosso estado, vem sendo resgatado.
Afinal, foi somente através da união de
mentes e braços que dividiam os mesmos anseios
que a profissão contábil passou a ganhar
destaque e respeito. O entendimento, sem dúvidas,
tem sido o carro chefe do nosso desenvolvimento.
Graças
às ações conjuntas que as diversas
entidades do estado e até de outros cantos do
país têm se empenhado é que seguimos
ao encontro do progresso, sempre que possível
fixando melhorias para facilitar e amenizar a carga
diária de burocracia encarada pelo contabilista.
Exemplo marcante,
nascido da parceria entre a Fecopar, os sindicatos de
contabilistas, o CRCPR e os sindicatos de empresas contábeis,
foi a realização da primeira edição
dos Jogos Brasileiros dos Contabilistas (Jocobras),
que reuniu três das oito federações
de contabilidade do país, em maio deste ano,
no litoral do Paraná.
O pano de fundo
que envolve o Jocobras cria um vínculo, uma alma
comum entre todas as federações. Assim
como acontece hoje com os Jogos Paranaenses dos Contabilistas
(Jocopar), que representam o maior fator de integração
da classe contábil paranaense, estreitando a
cada ano que passa mais e mais os laços entre
as entidades irmãs. Este ano, em Toledo, são
esperados mais de mil contabilistas na décima-sexta
edição do Jocopar.
Foi também
através da capacitação de cerca
de 70 líderes sindicais do estado, no I Fórum
para Dirigentes Sindicais, em Guarapuava, que a Fecopar
buscou meios de fortalecer a classe, enquanto o Conselho
Regional apostou na criação da Comissão
de Integração Sindical do CRCPR e o SescapPR
deu seqüência às campanhas gratuitas
de orientação ao preenchimento do IRPF.
São muitas as ações notáveis.
É confortante
imaginar que somando, juntando as forças, podemos
construir. Sei, por outro lado, que os desafios não
são poucos num país em que o desenvolvimento
social não acompanha, na mesma escala, o crescimento
econômico. Num país em que a corrupção
política descarada acumula feridas difíceis
de serem curadas.
Ainda há
muito pra se fazer em prol da classe contábil
e também da sociedade brasileira. Por isso, é
preciso manter a chama do entendimento acesa. Juntos,
vamos fazer a diferença, já diz o ditado:
a união faz a força. |